sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Jesus Cristo repara as rupturas em nossa vida


Vivemos em tempos de rupturas. Ruptura é uma ação de rompimento, de fratura e de algo que está quebrado. Quantas vezes nosso relacionamento com Deus e com o próximo está em estado de ruptura. Essas rupturas nos levam para a morte eterna por causa do nosso pecado. Porém, na Palavra de Deus lemos em Dt 30.19: "escolham, pois, a vida". O pecado causa rupturas em nossa vida. O pecado desfigura o que Deus criou perfeito. E a Palavra de Deus revela para escolher a vida. Essa é a vida que o apóstolo Paulo fala em 1Co 3. A vida revelada em Jesus Cristo com sua morte de cruz. Jesus é aquele que se apresenta como o único padrão perfeito. O único que cumpriu a lei em nosso lugar. Com nossa própria força não conseguimos cumprir as leis de Deus. Desobedecemos a todos seus mandamentos. A ruptura do pecado está no nosso coração. A dura lei de Deus nos leva a perceber nosso comportamento, nossos desejos pecaminosos sejam em palavras, pensamentos e ações. A lei de Deus nos leva a confessar o quanto somos frágeis, o quanto fraquejamos e pecamos diariamente contra Deus e contra nosso próximo. Em tempos de rupturas, temos alguém que restaura todas as nossas rupturas. Tudo aquilo que está quebrado. Todas nossas ansiedades. Todas nossas incertezas e inseguranças. Temos Jesus Cristo. Jesus Cristo, o Filho de Deus, restaura todo nosso pecado. Isso é o que pedimos a Deus com as palavras do Salmo 51: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro em mim um espírito inabalável." Jesus convida para entregar a ele todas nossas rupturas, tudo que está quebrado em nosso coração na certeza da promessa do perdão, do amor e da misericórdia que o próprio Cristo conquistou para cada um de nós. Confiemos nesta promessa e assim podemos continuar a viver servindo a Deus e uns aos outros, como Cristo continua a nos amar e perdoar.
Pastor estagiário Tiago S. Caitano

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Brincadeira de criança!


Esta é a letra de uma música que fez muito sucesso nos anos 90. Sem dúvida alguma guardamos em nossos pensamentos várias brincadeiras que vivemos com parentes e amigos na infância. Nesta semana que passou assistimos estarrecidos pela tela da televisão, ou pelas redes sociais, uma brincadeira realizada nas escolas que inclusive resultou na morte de uma aluna no estado do Rio Grande do Norte na cidade de Mossoró. Com 16 anos, a menina sofreu traumatismo craniano, foi socorrida pela direção do colégio e levada ao Hospital, onde ficou internada mas não resistiu. De acordo com a prima da vítima, a estudante participava de uma brincadeira com outras duas pessoas que a seguraram e tentaram girá-la, como uma espécie de cambalhota. Durante o giro, ela caiu e bateu a cabeça no chão. Brincadeira de criança, alguns diriam, “fatalidade” foi a palavra usada pelo diretor da escola. O fato é que, em fase de desenvolvimento, crianças e adolescentes ainda não tem maturidade suficiente para avaliar brincadeiras ou até mesmo situações inesperadas. Para isso, é importante a presença dos adultos por perto afim de orientá-los. É neste sentido que o apóstolo Paulo declara na epístola deste fim de semana: “Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais” (1Co 3.1-2) Paulo evidencia nossa situação “infantil” diante de Deus, pois, afinal de contas, o abismo do pecado nos separa do Senhor, e somente pelo perdão dado em Cristo Jesus e fazendo uso de sua santa palavra, vamos tendo um bom crescimento espiritual, vivendo a maturidade da vida cristã. Que as “brincadeiras de criança” possam ser sempre uma realidade em nós e nossos filhos desde que sejam sadias, e fiquemos vigilantes para evitar algum mal como o acontecido com a adolescente acima mencionada. E acima de tudo, que possamos crescer na maturidade da vida cristã.
Um grande abraço, em Cristo Jesus, pastor Valdir.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

UMA LOUCURA SADIA!


A palavra “loucura”, traz consigo um caráter de descontrole. Humanamente falando, louco é quem perdeu controle sobre suas capacidades mentais. Porém, o apóstolo Paulo usa esta palavra num outro sentido ao dirigir-se aos coríntios: “Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.” (1 Co 1.18) Para os que se perdem, ou seja, para os que não creem em Jesus Cristo como seu Salvador, a cruz de fato é escândalo, é loucura. Afinal de contas, o discurso racional do ser humano pecador, faz com que ele se apegue a provas materiais em detrimento da obra redentora de Cristo. Diante disto Paulo complementa: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.” (1 Co 1.25) A maneira de Deus agir, pela cruz, é uma completa insanidade para o ser humano que está afastado dele. Por que? Porque o Cristo crucificado expõe o pecado do ser humano. Embora isso seja embaraçoso, não podemos de deixar de olhar para Jesus como “o crucificado, pois ao contemplarmos sua obra, relembramos que esta loucura é sadia devido ao fato de retirar de cima de nós um peso terrível, o peso da condenação eterna. Ao crermos no Salvador, Ele carrega nosso pesado fardo do pecado e nos dá a sua justiça. Fazendo-se justiça por nós, faz com que tenhamos acesso completo, direto ao céu. Desta maneira, é completa loucura não crer na obra redentora de Jesus. É completa loucura não crer na mensagem da cruz. Pois, afinal de contas, ao não crermos, removemos Deus do seu devido lugar. Sejamos “loucos”, crendo naquele que nos amou e deu sua vida por nós.            
Com carinho, pastor Valdir.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

NÃO TEMAS, EU ESTOU CONTIGO!


Os últimos dias tem sido de apreensão. O corona vírus, antes restrito a China, já apareceu em outros países. No Brasil, temos alguns casos suspeitos, e nesta última semana, Pelotas alarmou-se pelo surgimento de um caso suspeito na cidade. É perfeitamente natural que tenhamos medo diante de uma situação como esta.  Afinal de contas, nesta era digital, existem pessoas que se aproveitam da situação para divulgarem notícias falsas e colocarem a população em pânico. É bem verdade que esta realidade de epidemias que estão surgindo não são algo inédito. Já houveram inúmeras outras, como a gripe espanhola em 1918 ou mais recentemente, a gripe A. Biblicamente, o próprio Jesus nos preveniu ao falar que estas epidemias eram sinais do fim dos tempos. Ele declarou: “...haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares...” (Lc 21.7) Portanto, o cenário que estamos observando está dentro de tudo aquilo que Deus já previra. Talvez esta realidade nos assuste, mas, por outro lado, Deus prometeu estar conosco em toda e qualquer situação, fosse ela boa ou ruim. Eis a palavra dita por intermédio do profeta Isaías: “...não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.” (Is 41.10) Sendo assim, independente do que venha a ocorrer, seja a confirmação ou não de casos de coronavírus entre nós, o que mais importa, além da prevenção e cuidados, é claro, é lembrarmos que temos um Deus presente e que não nos abandonará. Permaneçamos confiantes em sua promessa.                                        
Com carinho, pastor Valdir.