Os
tempos de isolamento que vivemos testam a nossa confiança em Deus. Este cenário
não é muito diferente daquele vivido pelos discípulos às vésperas do dia de
Pentecostes. Provados em sua fé, eles aguardavam ansiosamente o envio do
Consolador, o Espírito Santo. Esta temática é “pano-de-fundo” das palavras de
Jesus em João 17.11: “Agora estou indo para perto de ti. Eles continuam no
mundo, mas eu não estou mais no mundo. Pai santo, pelo poder do teu nome, o
nome que me deste, guarda-os para que sejam um, assim como tu e eu somos um.”
(Jo 17.11) A oração de Jesus está carregada de amor e misericórdia.
Primeiramente uma declaração de que voltaria para junto do Pai, e
consequentemente agora, mais do que nunca, as ovelhas estariam longe
fisicamente de seu Pastor. Num segundo momento Jesus ora para que sejamos
guardados pelo Pai em unidade. Este segundo pedido é importante que seja
lembrado por nós, pois nele está presente a promessa do envio do Espírito
Santo. Por causa de sua ação em nossos corações, podemos ter a certeza de
que podemos depositar em Deus nossa
confiança. Podemos lembrar que o Senhor não abandonou seu povo Israel, não
abandonou seus filhos até hoje e também não nos abandonará. Ao enviar seu Santo
Espírito para nos lembrar de tudo o que ensinou, Jesus estava nos dizendo que
nossa confiança não é vã, pois está firmada no único e suficiente Deus
verdadeiro. Sigamos confiando nele que nos amou e salvou através de seu Filho
Jesus Cristo. Sua promessa é nossa promessa, e para Ele olhamos com alegria,
pois é tempo de confiar. Feliz tempo de Pentecostes. Com carinho, pastor
Valdir.
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